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A Twister e a sua "irmã" Tornado:

A Tornado vem a ser a versão on/off-road da nova 250cc da Honda.  É uma moto muito interessante principalmente para o uso off-road, já tendo inclusive participado de provas importantes a exemplo do último rally Paris-Dakar.

A Tornado, eu, Carlos e a minha Twister, defronte ao Foto Studio em Caldas Novas - GO, no dia 11/05/02.  Estávamos visitando o amigo na semana em que completamos 32 anos de motociclismo.

A Tornado, eu, Carlos e a minha Twister, defronte ao Foto Studio em Caldas Novas - GO, no dia 11/05/02. Estávamos visitando o amigo na semana em que completamos 32 anos de motociclismo.

O meu amigo Carlos Alberto Filippelli é um dos apaixonados por moto trail, que se sentiu muito atraído pela Tornado.  Adquiriu a sua há cerca de três meses, e para amaciá-la fez uma "pequena viagem".

Ele saiu sozinho de Caldas Novas - GO no mês de Março/2002, e simplesmente rodou 17.000 km (Caldas Novas - Ushuaia (Patagônia) - Caldas Novas).  Sua viagem transcorreu sem maiores problemas.

Conceitos diferentes com a mesma mecânica.  Eu ainda prefiro a Twister:  pelo seu porte, autonomia, conforto em estradas, etc.

Conceitos diferentes com a mesma mecânica. Eu ainda prefiro a Twister: pelo seu porte, autonomia, conforto em estradas, etc.

Sua moto fez médias de consumo em torno dos 22 km/litro, gastou um pneu traseiro, e não apresentou nenhum defeito.  No entanto, a viagem feita sem que a moto estivesse devidamente amaciada contribuiu para o motor ficasse "muito barulhento", e efetivamente o funcionamento da minha Twister está bem mais suave que o da Tornado do Carlos, conforme ele próprio observou.

Embora muitos afirmem que os veículos atuais (motos e carros) já venham amaciados de fábrica, eu prefiro seguir a "escola antiga" que ensina ser o amaciamento a etapa mais importante para o perfeito funcionamento de qualquer veículo automotor.  Sempre agi assim, e todas as motos que adquiri 0 km sempre alcançaram as melhores médias de consumo e melhor desempenho se comparasse com as similares.  E sempre as revendi como novas, embora já com bastante quilometragem rodada.

Entenda-se aqui amaciamento como aqueles cuidados necessários para que o motor obtenha no futuro o máximo desempenho com o mínimo consumo.  Aqui devemos incluir trocas de óleo e filtro de óleo, respeito aos limites de rotações por minuto adequadas a cada marcha, e as duas primeiras revisões - no mínimo - com mecânicos especializados.  A primeira troca de óleo e filtro de óleo é absolutamente indispensável que seja feita de acordo com o Manual da fábrica.  Eu expresso esta opinião como alguém que já amaciou 6 (seis) motos da marca Honda, e todas elas na estrada (ML 125, CB 400, XL 125 S, CBX 200 Strada, C-100 Dream e CBX 250 Twister).


Atingindo as minhas metas: a partir dos 10.000 kms rodados, na realidade após a revisão dos 6.000 kms como já comentei antes, noto que a Twister está mais macia e econômica a cada dia que passa.   No dia 27/07/2002 estive em Brasília - D.F. durante a comemoração do Dia do Motociclista.

Os amigos Juliano e Chico (de Anápolis - GO) junto com nossas motos.  Manhã de 28/07/02.  Brasília - D.F.

Os amigos Juliano e Chico (de Anápolis - GO) junto com nossas motos. Manhã de 28/07/02. Brasília - D.F.

Saí cedo de Goiânia, e sozinho percorri os 220 kms entre minha casa e o local do evento (ao lado do estádio Mané Garrincha).  Rodando na faixa de velocidade de 80 a 100 km/h atingi a marca de consumo que havia colocado como meta (na época uma mera especulação, embora bem fundamentada) dos 33 km/litro.  No retorno a Goiânia na tarde do mesmo dia repeti a dose.  Fiquei satisfeito!

Juliano, eu e nossas motos:  Honda Twister 250 cc, Susuki GS 500 cc e Yamaha XT 600 cc.

Juliano, eu e nossas motos: Honda Twister 250 cc, Susuki GS 500 cc e Yamaha XT 600 cc.

No dia 18/08/2002 retornei a Brasília - D.F., desta vez com o meu filho na garupa e uma bolsa grande sobre o tanque.  Procurando me situar na mesma faixa de velocidade anterior, mas com algumas esticadas a 110 km/h, por necessidade do momento, cravei a média de consumo de 30 km/litro, valor este que consegui também no meu retorno a Goiânia - GO, na tarde do dia 19/08/2002.

Meu filho Amyr (Webmaster II) na porta da lanchonete Jerivá, em Abadiânia - GO.  Rodovia Goiânia - Brasília (BR-060) na tarde de 19/08/02.

Meu filho Amyr (Webmaster II) na porta da lanchonete Jerivá, em Abadiânia - GO. Rodovia Goiânia - Brasília (BR-060) na tarde de 19/08/02.

As especulações que fiz comigo mesmo, com meus amigos e família, de que conseguiria atingir algo além dos 30 km/litro se tornaram realidade.

A venda da Twister: No dia 27/01/2003 vendi a minha Twister.  Meio a contragosto, porque ainda estava em "lua-de-mel" com a moto (apesar dos 16.100 kms rodados durante 14 meses).

Decisões importantes foram tomadas, e novos rumos estarão sendo buscados nos próximos meses.  Esperamos em breve estarmos novamente "montados" em outra moto, e contando as nossas aventuras com a mesma.  Quem sabe não está chegando a hora de uma "custom"?  Até breve!


Surpresa inglesa:  no começo de Abril de 2004 a Honda CBX 250 Twister veio para o mercado britânico e europeu como Honda CBF 250.  Naquela época eu estava residindo em Bristol - Inglaterra, e tive a grata surpresa de ver o anúncio do novo lançamento da Honda no Reino Unido - a CBF 250 - como grande novidade.  Fiz questão de contatar a Honda e confirmar o que eu já desconfiava: a nova CBF 250, nada mais é do que a nossa Twister fabricada no Brasil e exportada para a Inglaterra - a entrar no mercado no final de Março início de Abril de 2004 -, a qual fará história por aqui.  Como eu já havia observado, este é um modelo que já veio ao mercado como um clássico.

Fiquei feliz em ver que algumas coisas funcionam bem neste nosso país, o qual no entanto muitas vezes nos força a buscarmos novos rumos e meio-de-vida em terras estrangeiras, mas que no fundo não deveria dever nada a ninguém, nem em termos culturais, científicos ou tecnológicos.

A partir do momento em que vim de Paris para Bristol num avião da Air France, um jato EMB 145 da Embraer, e dias depois vejo uma moto brasileira já no mercado desde 2001, ser lancada como grande novidade por aqui, tenho que ficar orgulhoso de minhas raízes (aliás sempre fui), embora triste por ser forcado a buscar emprego e oportunidades em terras estrangeiras.

Posteriormente vim a descobrir que a Titan e a 125 Bros vem para cá, direto da fábrica de Manaus, como CG 125 e XR 125L respectivamente; e a Tornado já esta sendo vendida em lojas independentes daqui (principalmente em Londres).

(Até o fim de 2008 a Honda CBF 250 estava listada dentre os modelos Tradicionais, mas devido às exigências do protocolo de emissões Euro III (Promot 3 no Brasil) ela teve sua produção descontinuada no Brasil, e consequentemente sua exportação para outros países.  Está para ser lançado um novo modelo da Twister - com injeção eletrônica - no primeiro semestre de 2009).

No dia 15/05/2009 a Honda apresentou em sua convenção anual, em Manaus - AM, os novos modelos de motos que vieram para substituir a Twister e a Tornado (estes modelos são: Honda CB 300 R e Honda XRE 300).  O link a seguir, dentro do site Motonline, traz as primeiras informações sobre estes novos modelos da Honda brasileira:

http://www.motonline.com.br/testride/honda-CB300R-XRE300-01jun09.html

 

A motocicleta como veículo de trabalho na zona rural

 

As paralelas do tempo...