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Recordando os bons tempos da "cinquentinha"

Neste ano de 2007, em que estou completando 37 Anos de Motociclismo,  resolvi experimentar uma moto nova e de pequeno porte que havia me cativado desde o primeiro momento: a Sundown Hunter 90.

Desde que a conheci - primeiramente através da Internet - verifiquei que a mesma apresentava uma série de pontos positivos.  E isto eu pude confirmar quando a vi de perto.

O seu estilo retro, pára-lamas metálicos, amortecedores traseiros com cinco regulagens, partida elétrica e no pedal, contagiros, protetor de corrente, bagageiro cromado, design do escapamento que me fez recordar a minha cinquentinha, descanso lateral e cavalete central chamaram a minha atenção desde o primeiro momento que a vi.

O motor de noventa cilindradas em muito se assemelha aos motores da Honda, presentes em milhões de motos rodando pelo mundo desde a década de sessenta.  Tudo isto, somado ao meu desejo de novamente rodar numa moto de pequeno porte, contribuiu para a minha decisão de comprá-la.

Li várias opiniões técnicas, vi algumas motos deste modelo de perto, e não tive dúvidas: comprei a minha.

Foto oficial da Hunter 90.

Foto oficial da Hunter 90.

Fiz uma compra consciente e me preparei desde o primeiro momento para o fato de que esta moto possui pouca potência.  Potência esta, no entanto, mais do que suficiente para os deslocamentos urbanos.

Mas nada que a faça desmerecer numa primeira avaliação comparativa com a Honda C-100 Dream, da qual tenho ótimas lembranças.  Rodados os primeiros quilômetros em trânsito urbano, decidi que era hora de ir para a estrada e cumprir o ritual que reservo a todas as minhas motos novas quando as compro: o amaciamento do motor.

Minha filha Marcela e eu.           Aqui eu estou ao lado de meus pais.          Pilotando ao redor do parque Areião em Goiânia - GO, numa manhã de sábado - Abril 2007.

No dia 05/04/2007 resolvi ir a Brasília - DF , onde visitaria o meu tio Roberto.  Imediatamente ao pegar a estrada pude constatar o quanto a quarta marcha da Hunter 90 é longa, dando bastante elasticidade ao motor.  Da mesma forma verifiquei que o rendimento da moto em subidas e ultrapassagens cai em função de sua pouca potência.

Logo me chamou a atenção o fato de que aos 7.000 rpm o velocímetro indicava uma velocidade de 80 km/hora.  Assim sendo já vislumbro a possibilidade de rodar entre 80 e 100 km/hora, nas viagens que pretendo fazer com a mesma, sem que entre na faixa vermelha do contagiros.

Pelo seu desempenho na viagem posso afirmar que conseguirei ótimas médias de consumo com boa velocidade final, após o amaciamento do motor e das duas primeiras revisões (a primeira aos 1.000 kms).  Posso até mesmo estimar que conseguirei médias de consumo de mais de 50 km/litro de gasolina.

Até o momento eu já consegui bons índices de economia de combustível, a saber: na primeira avaliação em trânsito urbano eu rodei 64 km gastando 1,63 litros de gasolina aditivada, gerando uma média de 39,26 km/litro.  Enchi o tanque da moto e segui para Brasília - DF, percorri 218,6 km e gastei 5,189 litros de combustível, aí a média foi de 42,12 km/litro.

Minha tia Myrtes e meu tio Roberto. Lago Sul - Brasília - DF.    A Hunter 90 pronta para a viagem de volta a Goiânia - GO.

Na volta para Goiânia - GO consegui uma média de 42,88 km/litro (215,7 km rodados com 5,03 litros de gasolina).  Já tirei algumas fotos da moto, e em breve as publicarei aqui.

O único contratempo da viagem ocorreu na ida, quando rodando num trecho em obras (logo após Abadiânia - GO) eu passei com a roda dianteira sobre uma ''tartaruga'' de sinalização (retangular com lente refletiva), e isto resultou num pequeno empeno da roda dianteira.  O serviço de reparo, realizado no revendedor autorizado Moto Limongi custou R$ 19,00 (dezenove reais).

Wisney trabalha em minha moto, retirando a roda dianteira para desempená-la.    A partir da esquerda: Wisney, Dino Giuseppe Limongi, e Antonio.

Pelo fluxo de tráfego no momento em que aconteceu o imprevisto, e pelo fato de que dois desses dispositivos de sinalização se encontravam lado a lado e na minha linha de trajetória não houve como evitar o impacto; nem tampouco puxar o guidão da moto (como fazemos nas trilhas) em direção ao meu peito, tornando assim mais leve a frente da moto e aliviando o impacto.

No dia 26/04/07 eu abasteci a moto em Cristianópolis - GO, na ida para Caldas Novas - GO.  Eu havia rodado 260 kms - sendo 178 kms em trânsito urbano e 82 kms na rodovia - consumindo 6,914 litros de gasolina.  Consegui uma média de 37,60 km/litro.  Completei minha viagem e retornei no dia seguinte.

O abastecimento seguinte foi no dia 30/04/07, consegui uma média de 39,14 km/litro (274 kms rodados com 7 litros de combustível).  A revisão de 1.000 kms da moto foi realizada na revenda Moto Limongi em 30/04/07.  Foram feitos os procedimentos de praxe, tais como: reaperto geral, regulagem das válvulas, lubrificação da corrente, troca de óleo do motor, etc.

Parada para descanso no posto de combustível Entre-trevos em Cristianopolis - GO.    Chegando a Caldas Novas - GO. No horizonte podemos ver a Serra de Caldas.    Minha Sundown Hunter 90 ao lado de uma fonte d'água, na entrada principal de Caldas Novas - GO.

No dia 28/05/07 abasteci novamente a moto, desta vez após a revisão dos 1.000 km.  Consegui uma excelente média de 40,14 km/litro - percorri 364,9 km com 9,09 litros de gasolina aditivada.  É importante mencionar que esta média, bastante econômica por sinal, foi obtida em trânsito urbano intenso.  A Sundown Hunter 90 está, na minha opinião, completamente aprovada neste quesito.  Vale ainda lembrar que coloquei a torneira do tanque de combustível na posição da reserva aos 363,8 km.

Exatamente um mês depois, no dia 28/06/2007, após ter percorrido 375 km em trânsito urbano abasteci a moto.  Havia gasto  9,53 litros de combustível, resultando numa média de 39,35 km/litro.

De agora em diante pretendo alcançar médias em torno de 50 km/litro quando rodando em rodovias.

Meu filho Amyr e eu; Goiânia - GO em janeiro de 2008.

Km Total (até 02/05/2008) Km em rodovias
6 320 2 770

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