Usina de Corumbá

Características Gerais
Casa de Força
Tipo:			Abrigada
Comprimento:		100 m
Altura Máxima:		54,6 m
Nº de unidades:		3 (três)
Potência instalada:	375 MW
Tipo de Turbina:		Francis / Eixo vertical
Gerador:			Tensão Nominal:	13,8 kV
			Fator de Potência: 0,90

 

VERTEDOURO - Estrutura em Concreto Gravidade
Capacidade:		6.800 m3/s
Comportas:		Tipo segmento
Quantidade:		4 (quatro)
Largura:			13,0 m

A barragem e seus vertedouros.

QUANTIDADE DOS PRINCIPAIS SERVIÇOS
Escavação comum:		1 330 000 m3
Escavação Rocha a céu aberto:	4 020 000 m3
Escavação Rocha Subterrânea:	   180 000 m3
Aterros:				5 340 000 m3
Concretos:			   277 000 m3

 

BARRAGEM PRINCIPAL
Tipo:			Enrrocamento com núcleo de argila
Altura:			90 m
Extensão da crista:	540 m
Volume total:		3,9 milhões m3

 

TOMADA D'ÁGUA - Estrutura em Concreto Gravidade
Comportas:	Tipo Vagão
Quantidade:	3 (três)
Largura:		5,2 m

 

LOCALIZAÇÃO:
Rio/Bacia:		Corumbá
Latitude:			17o 59' S
Longitude:		48o 31' O
Municípios:	Margem Direita:  Caldas Novas
		Margem Esquerda:  Corumbaíba
Estado:	Goiás
Distância do Centro de Caldas Novas:  30/35 km

 

DADOS HIDROMETROLÓGICOS:
Área de drenagem:	     27.800 km2
Vazão MLT:		      415 m3/s
Vazão Defl. Garant.:	      157 m3/s
Vazão Máxima Turbinável:         588 m3
Vazão Projeto Vertedouro:      6 800 m3/s

 

RESERVATÓRIO E ENERGIA:
N.A. Máx. Normal:		      595,0 m
N.A. Min. Normal:		      570,0 m
N.A. Jusante Médio:	      157 m3/s
Queda Bruta Máxima:	        80,8 m
Área Inundada:		        65 km2
Volume Máximo Normal:	       1,5 km3
Volume Útil:		     1,03 km3
Energia Firme:		    184 MW ano

Foto aérea da usina de Corumbá.

Obras para o desvio do rio
As obras para desvio do rio foram retomadas em junho de 1987.  Na margem
direita, foram escavados, em rocha, dois túneis, com 640 m e 720m, totalizando
177.000 m3 de escavação subterrânea, os canais de acesso e de retituição e
tomada de desvio à montante dos túneis.  Esta etapa foi concluída em janeiro de 
1989, quando deu-se início às principais obras civis do empreendimento.

 

Obras civis principais
As principais obras civis foram iniciadas em janeiro de 1989.  A primeira fase
de enchimento do reservtório teve início em setembro de 1996, sendo atingida
a cota máxima em março de 1997.  Com as obras civis praticamente concluídas,
faltando apenas o término da montagem eletromecânica da segunda e terceira
máquina, a Usina Hidroelétrica de Corumbá entrou em operação em junho, com 30
dias de antecedência e a terceira em novembro do mesmo ano.

 

O projeto hidroelétrico
A Usina Hidrelétrica de Corumbá faz parte do programa Decenal de Obras do
Setor Elétrico, aprovado pela Presidência da República.  Este é um projeto de
custo competitivo, que manteve, como concepção, a preservação das surgências
termais na região de Caldas Novas, próxima ao aproveitamento.

 

Benefícios Energéticos
Devido a sua localização privilegiada, a Usina de Corumbá adiciona ganhos energéticos
importantes ao sistema interligado Sul / Sudeste / Centro-Oeste, representado por sua
geração firma (184 MWano) e por sua contribuição às usinas de jusante (44 MWano),
proporcionada pela regularização adicional promovida por seu reservatório.

 

Integração do Projeto à Malha de Transmissão
A Usina Hidrelétrica de Corumbá é interligada à rede de transporte de energia, através
das linhas de transmissão de 345 kV que saem de sua subestação e chegam à
Subestação de Samambaia, localizada no Distrito Federal.

 

O Lago
O lago formado pelo reservatório representa uma nova opção de turismo para a região.
Com 65 km2, propicia a prática de diversos esportes náuticos.
Foto aérea recente da usina de Corumbá.

 

Fonte: FURNAS CENTRAIS ELÉTRICAS S.A.